sexta-feira, 5 de julho de 2013

Depoimentos [hi]Voluntários




“No primeiro bate papo em que fui, tive que falar sobre Martin Luther King Jr. e eu nunca tinha falado em público anteriormente. Eu nunca me considerei uma pessoa tímida, mas quando chegou a minha hora de falar, percebi que eu estava muito nervoso.
Porém, bate papo após bate papo eu consegui me ver uma pessoa mais confiante e motivada. Hoje, ao pegar o microfone e começar a falar e após vários feedbacks, percebo que evolui de forma bastante considerável.
Ao me perguntarem o que sinto quando estou falando, é um sentimento de extrema realização, quando penso que o que eu estou falando lá na frente, está ajudando de alguma forma um aluno em sua vida é uma sensação tão gratificante que dinheiro nenhum no mundo pagaria.
Ao ver que atingimos 114 palestras me deixa extremamente feliz, pois várias vidas foram mudadas através dos nossos bate papos, sei que ainda podemos atingir cada dia mais e mais escolas e alunos, pois há coisas que se falam em nossos bate papos que mudam vidas, assim como no meu Ensino Médio, eu realmente precisava de uma palestra como essa e ainda bem que eu tive a oportunidade de tê-la, eu me via como uma pessoa desmotivada, cansada e que não estava aproveitando o meu tempo, foi por causa desse dia que eu tive a oportunidade de fazer a diferença em minha vida, ela mudou de uma forma tão boa.
Sou realmente muito grato ao [hi]School por mudarem a minha vida e me fazerem reconhecer todos que estão à minha volta. Fico muito feliz de participar de um projeto como esse, espero que ele prospere muito.”

Depoimento do voluntário Victor Silva



“Em 2012, tive a oportunidade de conhecer um grupo de jovens que queriam mudar o mundo levando sua mensagem para os mais novos, no primeiro momento achei que seria loucura e impossível fazer tal ato, contudo começaram os treinamentos, começaram os bate-papos como chamamos cada palestra a qual ministramos. Ai meus olhos se abriram, ai minha mente se abriu a uma nova ideia e fui capaz de abrir meu coração e minha mente, capaz de deixar as pessoas se aproximarem de mim. No ano passado tivemos um total de 117 bate-papos nas quais estive presente em 89, neste ano fizemos 114 bate-papos, nos quais estive em 110 deles.
No ultimo deste semestre senti uma coisa nova única e completamente diferente, senti o peso de falar para a geração que vai mudar o nosso país, senti a força que temos em nossas mãos.
Compreendi que estamos começando a colher os frutos que estamos deixando em cada um que vê o nosso bate-papo, aprendi a ver o meu crescimento e daqueles que estão a minha volta, em minha primeira vez falando, tremia, sentia medo, não sabia o que estava a fazer. Hoje ajudo meus amigos do projeto [hi] School, a superarem a si mesmo. Tudo isso graças a habilidade de se permitir, crescer e mudar a cada dia. Em nosso bate-papo de numero 114 conheci um Luan que foi capaz de trazer o seu melhor para todos os que estavam conosco, publico, equipe e claro até a mim mesmo.”

Depoimento do voluntário Luan Jorge


"Entrar pro Hi School foi uma das melhores coisas que me aconteceu esse ano. Conheci o projeto num momento que nao acreditava mais nas pessoas, e ele veio me mostrar exatamente o contrário. Quando falei pela primeira vez foi numa palestra Deixando Marcas, com a dinâmica do abraço. Já tinha assistido a palestra na UnB e era uma das partes que mais tinha me tocado, então quando me pediram pra falar, me deu vontade de fazê-la. Fiquei super nervosa, mas resolvi que se eu queria fazer parte daquele grupo eu tinha que mostrar as minhas qualidades, e fazer uma coisa bem-feita. Sempre gostei de falar e nunca tive práticas de oratória nem nada disso, mas sempre dei palestras em outros lugares, sempre tive facilidade em apresentar trabalho, e decidi ser professora, então eu precisaria saber falar em público. Decidi encarar aquele momento como uma oportunidade. Depois que começou o bloco, senti muita receptividade do público e dos outros voluntários, que com o olhar me passavam muita confiança. Quando tudo acabou e eu ja estava indo embora me disseram que haveria um feedback, que se fosse possível que eu ficasse. Durante essa conversa, pudemos avaliar a nós mesmos e aos outros voluntários, e tivemos liberdade de decidir se receberíamos as críticas ou não. Como eu tomei aquele momento como um aprendizado, resolvi escutar o que tinham para falar de mim, já me preparando para ouvir críticas construtivas de pessoas experientes. Tudo que eu ouvi foi elogios, o que me deixou muito bem durante o resto do do dia. Pessoas com anos de experiências falando pra mim que eu tinha desenvoltura e elogiando meu bloco. Isso só me deu mais confiança e aumentou a vontade de trabalhar no projeto, seja nos bastidores seja dando palestra. Em um dos treinamentos recebi um prêmio por essa primeira vez que falei, lembraram-se da escola, do bloco que eu falei e de qual palestra eu estava. Me senti muito bem, não apenas como mais uma voluntária, mas c omo alguém que pode fazer diferença ali dentro. Hoje dedico uma boa parte do meu tempo para o projeto e tento ao máximo ir nas palestras. Acho muito legal esse trabalho e fico pensando como teria sido se eu tivesse escutado isso no meu ensino médio. Fiz ótimos amigos e procuro sempre falar alguma coisa, pra aprender e principalmente tentar passar para os jovens um pouco da minha experiência."

Depoimento da voluntária Graziella Barreto