sexta-feira, 28 de junho de 2013

A síndrome da felicidade



A teoria da “Síndrome da Felicidade” baseia-se no fato de que o ser humano é um animal em transição evolutiva e que, nos seus milhões de anos de evolução, somente há uns míseros dez mil anos começou a construir aquilo que viria a ser a civilização. E só nos últimos séculos, sentiu o gosto amargo das restrições impostas como tributo dessa aventura.
Como animais, temos nossos instintos de luta, os quais compreendem dispositivos de incentivo e recompensa pela sensação emocional e mesmo fisiológica de satisfação cada vez que vencemos, quer pela luta, quer pela fuga (a fuga também é uma forma de vitória, já que o animal conseguiu vencer na corrida ou na estratégia de fuga; e seu predador foi derrotado, uma vez que não o conseguiu alcançar).
Numa situação de perigo, o instinto ordena lutar ou fugir. Quando acatamos essa necessidade psico-orgânica, o resultado na maior parte das vezes, é a saúde e a satisfação que se instala no estágio posterior.
Se não é possível fugir nem lutar, desencadeiam-se estados de stress que conduzem a um leque de distúrbios fisiológicos diversos. Isto tudo já foi exaustivamente estudado em laboratório e divulgado noutras obras.
O que introduzimos na teoria da Síndrome da Felicidade é a descoberta de um fenômeno quase inverso ao que foi descrito e que os pesquisadores ainda não situaram a contento. Trata-se daquela circunstância mais ou menos duradoura na qual não há necessidade de lutar nem de fugir porque está tudo bem. Bem demais, por tempo demais.
Isso geralmente acontece com maior incidência nos países de grande segurança social e numa proporção assustadora nas famílias mais abastadas.
O dispositivo de premiação com a sensação de vitória, sua consequente euforia e auto-valorização por ter vencido na luta ou na fuga, tal dispositivo em algumas pessoas não é acionado com a frequência necessária. Como consequência o animal sente falta – afinal é um mecanismo que existe para ser usado, mas não o está sendo – e, então, ele cai em depressão.
Se quisermos considerar o lado fisiológico do fenômeno, podemos atribuir a depressão à falta de um hormônio, ainda não descoberto cientificamente, que denominei endoestimulina, e que o organismo pára de segregar se não precisa lutar nem fugir por um período mais ou menos longo, variável de uma pessoa para outra.
O cachorro doméstico entra em depressão, mas não sabe por quê. A dona do cãozinho também não sabe a causa da sua própria depressão, já que o processo é inconsciente, porém, seu cérebro, mais sofisticado do que o do cão, racionaliza, isto é, elabora uma justificativa e atribui sua profunda insatisfação a causas irreais. Não adiantará satisfazer uma suposta carência, imaginariamente responsável pela insatisfação ou depressão: outra surgirá em seguida para lhe ocupar o lugar e permitir a continuidade da falsa justificativa. O exemplo acima poderia ser com pessoas de ambos os sexos e todas as idades, mas, para ocorrer, é preciso que a pessoa seja feliz. Feliz demais, por tempo demais.
Resumindo: se está tudo bem, bem demais, por tempo demais, o indivíduo começa a sentir infelicidade por falta do estímulo de perigo-luta-e-recompensa. Como isso ocorre em nível do inconsciente, a pessoa tenta justificar sua infelicidade, atribuindo-a a coisas que não teriam o mínimo efeito depressivo em alguém que estivesse lutando contra a adversidade.
Exemplos:
         Na Escandinávia, onde a população conta com uma das melhores estruturas de conforto, paz social, segurança pessoal e estabilidade econômica, é onde se verifica um dos maiores índices de depressão e suicídio no mundo. Durante a guerra do Vietnam, onde as pessoas teriam boas razões para abdicar da vida, o índice de suicídios foi quase nulo.
         Os países mais civilizados que não teriam motivos para passeatas e agitações populares, pois nada há a reclamar dos seus governos, com alguma frequência realizam as mesmas manifestações, mas agora com outros pretextos, tais como a ecologia, o pacifismo ou a defesa dos direitos humanos na América do Sul.
         O movimento em defesa dos direitos da mulher surgiu justamente no país onde as mulheres tinham mais direitos e eram mesmo mais poderosas que os homens: os Estados Unidos. Lá, onde tradicionalmente se reconhece a ascendência da esposa, justo lá, foi onde as mulheres reclamaram contra sua falta de liberdade e de igualdade. Já na Itália, Espanha, Portugal, América Latina, Ásia, países muçulmanos e outros onde a mulher poderia ter motivos na época para reclamar, em nenhum deles ela se sentiu tão violentamente prejudicada nos seus direitos quanto nos Estados Unidos.
        
Assim, sempre que algum amigo ou amiga vinha chorar as mágoas, explicava-lhe nossa teoria da Síndrome da Felicidade e concluía dizendo:
– Se você se sente infeliz sem razão, ou o atribui a essas razões tão pequenas, talvez seja porque você é feliz demais e não está conseguindo metabolizar sua felicidade. Algo como indigestão por excesso de felicidade. Pense nisso e pare de reclamar da vida. 
Método DeRose
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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Apenas 5 minutos




Nós não conseguimos ser perfeitos o tempo todo, nós não somos brilhantes o tempo todo. Não temos a capacidade de sorrir, de alegrar e de viver intensamente a todo instante. Nós também temos fraquezas, tristezas, derrotas. Nós também caímos.

 A vida é feita de altos e baixos e não há ninguém no mundo que já não tenha vivido dias de pura alegria e dias de pura melancolia. Ninguém é feliz o tempo todo. Ninguém é obrigado a ser. Seria até exaustivo imaginar alguém assim. Pensem... ter que estar sempre alegre, sempre de bom-humor, sempre sorrindo. É impossível!

Sejamos mais realistas então e imaginemos: e por 5 minutos? Será que podemos ser tudo de positivo que há no mundo por pelo menos 5 minutos? Parece até que ficou mais fácil né?! Então, vamos além, vamos quebrar nossos limites, quebrar as correntes que nos prendem. Sejamos alegres, sorridentes, contagiantes. Sejamos felizes! Até porque, gente, não são exatamente esses momentos que nos recordamos do nosso passado? O que fica da nossa infância não são as brincadeiras, as aventuras, os primos, as risadas? O que fica da nossa adolescência não são os amigos, os beijos roubados, os amores, as confidências? 5 minutos podem mudar toda uma vida. A questão é o que você fará com esse tempo. Você irá tratá-lo apenas como outro momento qualquer, sem importância, sem graça, ou fará dele um momento memorável, eterno?

Nós podemos ser aquilo que sempre sonhamos ser, nem que seja por apenas 5 minutos... Façam esses 5 minutos valer a pena!

Lucian Lorens e Laís Antonietto
Voluntários [hi]School

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Coisas que a vida me ensinou - é preciso aproveitar o momento mágico


Tudo na vida tem o seu momento mágico. Se você deixar passar, provavelmente não o fará mais. Por isso, quando viam alguém pensativo, os antigos costumavam dizer: “quem pensa não casa”. E não casa mesmo.
Portanto, quando surgir aquele amor da sua vida, não pense duas vezes. Entregue-se de corpo e alma. Há a possibilidade de dar-se mal? Claro que sim. Mas também há a possibilidade tornar-se a pessoa mais feliz do mundo. Você jamais saberá se não for a fundo. Tem gente que vive na defensiva para que ninguém parta o seu coração. Talvez consiga o seu intento de blindar-se. Por outro lado, não conseguirá viver os momentos tão intensos de felicidade, somente obteníveis pelo arrebatamento, auto-entrega e confiança recíproca.
Isso é verdade com relação a todas as coisas. Se você pensar muito, não abandona o empreguinho medíocre para vir a tornar-se senhor do seu próprio nariz. Se não pensar demais, não sentirá o medo que paralisa. Agindo no momento certo terá a coragem de jogar tudo para o alto, arriscar tudo e mudar de profissão. Depois que der o passo decisivo e trocar de carreira, estará tão envolvido com o projeto que não haverá outro jeito senão vencer: os navios terão sido queimados na retaguarda e não haverá como retroceder. É assim que se vence.
Se aproveitar o momento mágico, você muda a sua vida. Se não, jamais mudará. Mas, atenção: isso não quer dizer agir por impulso, ou tomar atitudes irracionais. Quer dizer apenas que quando uma verdadeira oportunidade se aproximar, você deve saber agarrá-la antes que passe. As pessoas bem sucedidas e as pessoas mais felizes são as que sabem aproveitar uma oportunidade.
Método DeRose
Patrocinador Projeto [hi]School

sexta-feira, 21 de junho de 2013

A vida é bela, mas pode ser linda!

Cuide para que tuas palavras sejam melhores que teu silêncio”. Essa frase mexe muito comigo e uma situação que vivi essa semana me fez pensar muito sobre ela. Escutar o que não se espera pode ser muito surpreendente ou muito doloroso. O momento pode não importar ou pode ser CRUCIAL. Pode ser qualquer pessoa ou AQUELA pessoa. A mensagem pode passar despercebida ou pode MUDAR uma vida.

Comecei a pensar qual seria o tamanho de nossa responsabilidade quanto a sermos meros ouvintes ou falantes do cotidiano. Quantas vezes eu cumpro o que eu digo e aproveito minhas palavras para oferecer algo construtivo e positivo a alguém? Será que minhas palavras deixam marcas? Uma simples conversa de corredor pode fazer a diferença? Um simpático bom dia pode de fato melhorar o dia de alguém? Quando pensamos nessas coisas, achamos que é natural do ser humano ser gentil, carinhoso e que, por isso, nós somos assim também. Mas será que somos mesmo? Colocar em prática palavras bonitas pode ser bem mais difícil do que a gente pensa...

Ser mais atento e responsável com nossas palavras é uma ótima maneira de começar a deixar boas marcas no mundo. Prestemos mais atenção quando formos ouvidos, que tenhamos consciência e coragem suficiente para aproveitar ao máximo essa oportunidade. Imaginemos que podemos (e queremos) ser lembrados por ter sempre algo a dizer que seja positivo na vida de alguém. O mundo já está repleto de coisas negativas, tristes e violentas. Qual seria nossa utilidade se nos tornássemos agentes de contribuição com isso tudo?

A mudança parte de cada um para atingirmos o conjunto todo. Construímos o mundo que imaginamos ser o melhor mundo a partir de nossos atos. Para terminar, eu poderia citar vários compositores com frases memoráveis, mas algo me diz que devo terminar da mesma maneira que comecei... Então vamos começar hoje família? “Cuide para que tuas palavras sejam melhores que teu silêncio”.

Guilherme Costa
Voluntário [hi]School 

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Dia dos Namorados

 
Existem datas especiais distribuídas ao longo do ano, mas nem sempre nos lembramos de todas elas – até porque são muitas –, porém lembramos sempre daquelas que julgamos ser especiais ou que tenham algum tipo de relevância em nossa vida. 
Uma dessas datas que nunca esquecemos é o Dia dos Namorados. Apesar de ser comemorado em datas diferentes ao redor do mundo, o Dia dos Namorados tem a mesma intenção em todos os lugares: a de celebrar a união da melhor forma possível. Muitos pensam que essa data só pode ser comemorada por casais... Só que não! Há lugares em que as pessoas têm o costume de nesse dia presentear, por exemplo, seus melhores amigos, pois essa é uma forma de eles reconhecerem a amizade e o valor que essa outra pessoa tem para eles.
 
Mas nesse dia vale tudo, se declarar para o amigo, o namorado, o primo querido, a tia, o avô, o pai, a mãe e até o seu bichinho de estimação! Então por que não chegar hoje para seu(sua) amigo(a), namorado(a), primo(a), tio(a), cachorro(a), gato(a) e todo mundo que você ama e fazer uma surpresa bonita, dizer coisas legais e agradecer pelo tempo que passaram juntos? Só depende de você!
Nós, do Projeto [hi]School, também somos eternos apaixonados; apaixonados por pessoas, ações e momentos. Nada melhor do que falar de apaixonados para apaixonados, assim como falamos em nossos bate-papos de jovens para jovens. Por isso, não só hoje, mas todos os dias, reconheça o valor de todos que te rodeiam e simplesmente AME!
 
Thay Mendes e Victor Silva
Voluntários [hi]School