domingo, 22 de abril de 2012

Palestra no Colégio Militar - 12/04/2012




Está oficialmente aberta a temporada de palestras 2012 do Projeto [hi]School! =)

No dia 12/04, 27 voluntários estavam no auditório do Colégio Militar de Brasília para apresentar a palestra Deixando Marcas para 442 alunos do 3º ano.

Então lá estava eu para ajudar a passar a mensagem da palestra para aqueles alunos. E com o objetivo maior de fazer com que eles saíssem dali realmente motivados a serem pessoas melhores e a reconhecerem aqueles que fazem a diferença em suas vidas diariamente.

E estar lá como voluntário tinha um gostinho especial para mim, que me formei naquela mesma escola dois anos atrás! Estar novamente naquele auditório, onde tantas vezes entrei para assistir palestras, me fez ficar ainda mais animado para a palestra que iria começar em instantes.

E nada foi mais animador do que ver logo de cara os resultados nos alunos. Durante o evento, foi emocionante ver que o que era falado no palco tinha um efeito na plateia. Ver os alunos expressarem reconhecimento pelo que era falado foi uma experiência única. Vê-los emocionados e felizes por estarem ali foi indescritível.. Nossa mensagem tinha alcançado os alunos! o/

No final, pude participar da despedida dos alunos que tinham assistido à palestra e, comparando com a chegada deles, percebi que mesmo aqueles que  no início estavam desanimados com a ideia de assistir a apenas “mais uma palestra”, tinham na hora de voltar à aula elogios e sorrisos nos rostos!

Isso, além de provar o quão especial a palestra Deixando Marcas é, significa também para o voluntário um sinal de missão cumprida e um grande incentivo para fazermos cada vez melhor para os próximos 12 mil alunos que nos esperam ao longo desse ano!

Até a próxima!

Irlon Junior
Voluntário [hi]School

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Para refletir...



Esses dias fiquei sabendo de uma história um tanto quanto comovente que me foi contada por uma colega. Estávamos conversando sobre vestibular, resultados, como foi o início na faculdade e tals e ela me contou o seguinte caso: no dia em que foram dar as boas vindas aos calouros do semestre dela (ele era uma das calouras), uma das aprovadas não estava presente, mas os pais dela estavam. Num certo momento da recepção, os pais dessa garota pediram para falar um pouco e contaram que estavam ali para homenageá-la, porque sua filha há um ano lutava pela vaga na Universidade e, finalmente, havia conseguido colocar seu nome no mural dos aprovados. No entanto, ela nunca teria sua primeira aula, pois tinha falecido em um acidente de carro na volta de uma viagem de férias.

Os pais dessa menina, então, fizeram um pedido para aqueles que teriam a sorte e o prazer de vivenciar a universidade: que fizessem isso com toda a vontade e alegria do mundo, que aproveitassem a oportunidade que estavam tendo e que valorizassem cada minuto ali dentro, pois muitos queriam poder estar no lugar deles, mas por um motivo ou outro não poderiam.

Não sei se preciso fazer algum outro comentário sobre esse fato. Apenas gostaria de falar para pensarmos um pouco antes de reclamarmos da vida, pois, muitas vezes, temos em nossas mãos uma oportunidade que muitos gostariam de ter e não damos o devido valor.

Maurício Cardoso
Voluntário [hi]School

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Por que as pessoas entram em nossas vidas?


Vivemos em sociedade, e um ser humano necessita do outro para sobreviver. Desde muito cedo aprendemos a conviver com outras pessoas, a nos comunicar, a interagir. Desse ciclo, surge um relacionamento, uma amizade, um vínculo que, imperceptivelmente, vivemos para manter. Mas essas coisas passam, existem outras sete bilhões de pessoas para nos fazer companhia. Certo? Não! Errado.
Não é assim que a banda toca. Muitas vezes as pessoas que deixamos ir são aquelas que nós deveríamos dar mais valor. Será que algum dia paramos para pensar sobre as pessoas que valorizamos? Será que elas são realmente as que deveriam ser valorizadas? Pense bem! Amigo não é aquele que te liga no meio da madrugada pedindo carona porque está bêbado. Não é aquele que te chama de "brother" só quando precisa de algo. Não é aquele que só fala com você quando você está bem vestido. Amigo é aquele que não pede nada em troca pela sua amizade, ele simplesmente gosta de você pelo que você é. Infelizmente, é exatamente essa pessoa que acabamos perdendo, por um simples motivo: somos preparados instintivamente para lidar com o pior do mundo e com o pior das pessoas. Damos tanta importância aos problemas que acabamos esquecendo que para todos eles existe uma solução. 
Silenciosamente nos deparamos com a saudade, e então decidimos mudar nossas atitudes para não perdermos mais uma pessoa, mas o buraco da saudade não é preenchido. Não deixemos que o nosso coração pareça um queijo suíço! Isso fará com que nós sejamos pessoas vazias e solitárias, e aquelas sete bilhões de pessoas jamais poderão substituir as que deixamos ir.
Valorizemos a simplicidade das pessoas e do mundo, e olhemos sempre para o para-brisa, nunca para o retrovisor. Aquilo que tem valor é aquilo que tira um sorriso sincero e inesperado de nossos lábios, não o que aturamos por uma "boa convivência". Família: valorize-a, é o único amor que nunca morre. Amizade: quando verdadeira, é como se ela fosse uma segunda família. Simplicidade: está em todo lugar, o nosso dever não é vê-la, é enxergá-la. Vida: só temos uma, precisamos nos surpreender a cada dia.
Valorizar quem deve ser valorizado é algo simples, basta abrirmos nossos olhos e nosso coração pra tudo aquilo que nos faz feliz.


Grande abraço, 


Itamara Cunha
Voluntária [hi]School

terça-feira, 3 de abril de 2012

A Partida




Galera, 

Essa semana vi um filme um pouco fora do comum. É um filme japonês que se chama A Partida. Ele conta a história de um jovem que começa a trabalhar como nokanshi, uma espécie de agente funerário. Diferentemente do que acontece aqui no Brasil, esse jovem é responsável por preparar o corpo da pessoa que morreu para que ela possa entrar no outro mundo, agindo como um guardião entre a vida e a morte. Esse ritual é feito na frente de todos os familiares do morto e é um momento de despedida e reflexão. No entanto, seu trabalho é desprezado pelas pessoas que o rodeiam, pois elas ignoram a importância do trabalho e não veem com bons olhos quem manuseia cadáveres. O interessante é que é por meio da morte que ele começa a descobrir o verdadeiro sentido da vida. 

Como eu disse, é um filme bastante incomum, mas que trata muito bem sobre respeito, sobre o respeito aos costumes e sobre valores familiares, além de ser um filme muito bonito e tocante. Vale a pena conferir!

Abraços, 

Maurício Cardoso
Voluntário [hi]School